>>18133Eu vi o Jones Manoel em um supermercado em Recife ontem. Eu falei como era legal conhecer ele pessoalmente, mas não queria ser babaca e incomodar pedindo fotos ou algo do tipo.
Ele disse: "Ah, que nem tu tá fazendo agora?"
Fiquei surpreso e tudo o que consegui dizer foi "oxe", mas ele continuou me interrompendo e repetindo "oxe? oxe? oxe?" e fechando a mão perto da minha cara. Me afastei e continuei minhas compras, e ouvi ele gargalhar enquanto eu me afastava. Quando fui pagar minhas coisas, vi ele tentando sair pela porta com uns quinze trelosos debaixo do braço sem pagar.
A mulher do caixa foi muito gentil e profissional, e disse: "Senhor, o senhor precisa pagar por isso primeiro." No começo, ele fingiu estar cansado e não escutar, mas acabou voltando e levando os biscoitos até o caixa.
Quando ela pegou um dos pacotes e começou a passar o código de barras várias vezes, ele interrompeu ela e disse pra passar o código de barras de cada uma individualmente "para evitar qualquer infeterência elétrica", e então se virou e piscou pra mim. Acho que essa palavra nem existe. Depois que ela passou o código de barras de cada biscoito, colocou eles na sacola e começou a dizer o preço, ele interrompeu ela várias vezes bocejando bem alto.